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segunda-feira, abril 15, 2024

Palestra online «Ecologia e Conservação dos anfíbios de Portugal»



No dia 24 de abril, às 11h00, o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA) de Vila do Conde promove a palestra online «Ecologia e Conservação dos anfíbios de Portugal», proferida pela doutoranda Marisa Naia. Esta é uma iniciativa organizada no âmbito do Dia Mundial da Terra e do Save the Frogs Day, que são celebrados a 22 e 29 de abril, respetivamente.

O Dia Mundial da Terra celebra-se em mais de 190 países e visa reconhecer a importância do planeta e alertar para a importância e a necessidade de preservar os recursos naturais do mundo. Este ano o tema é o Planeta versus Plásticos - 

O Save the frogs day é o maior dia mundial de educação e ação de conservação sobre anfíbios. O objetivo é fornecer aos entusiastas dos sapos materiais educativos, ideias e inspiração, e capacitá-los a educar as suas comunidades locais sobre os anfíbios.

A inscrição é gratuita e obrigatória e deve ser feita em: https://forms.gle/B3NBryzKbKvteJjZA

 

Público-alvo: Público em geral

segunda-feira, setembro 11, 2023

O poder da bioeconomia na Amazónia

Na Amazónia, a Bioeconomia é uma narrativa forte pela vocação da região e pela abundância de recursos naturais. Este segmento pode ser definido como a produção baseada no conhecimento e utilização de recursos biológicos, processos biológicos inovadores e princípios para fornecer bens e serviços de forma sustentável em todos os setores económicos.

Nos sectores tradicionais, como a silvicultura e a agroindústria, é claro como a bioeconomia pode beneficiar toda a cadeia de valor. Porém, ao combinar o uso de tecnologias inovadoras e até disruptivas, é possível abranger outros setores como as indústrias têxtil, química e farmacêutica/fitoterapia, papel e embalagens.

Mais informações neste projecto colaborativo da beta-i, aqui.

terça-feira, fevereiro 14, 2023

Árvore Europeia do Ano (2023)

Há 13 anos que o concurso da Árvore Europeia do Ano procura árvores com as histórias mais interessantes.

A votação tem lugar de 1 de fevereiro (08:00 CET) a 28 de fevereiro (23:59 CET). Ao votar, selecione sempre duas árvores. 

 Votos na última semana (de 22 a 28 de Fevereiro) são secretos, o que significa que a contagem preliminar dos votos não estará disponível na página web. 

A votação para a árvore Portuguesa (Eucalipto de Contige) decorre aqui.



quinta-feira, janeiro 06, 2022

10 pequenos passos para protegermos o planeta


 Dez coisas simples que você pode fazer para ajudar a proteger a Terra

  1. Reduza, reutilize e recicle. Reduza o que deita fora. Siga os três "R's" para conservar os recursos naturais e o espaço do aterro.
  2. Voluntário. Voluntarie-se para limpezas na sua comunidade, no seu bairro, na sua região. Também pode se envolver na proteção de sua bacia hidrográfica, nas praias.
  3. Educar. Ao promover sua própria educação, pode ajudar outras pessoas a compreender a importância e o valor dos nossos recursos naturais.
  4. Economize água. Quanto menos água usa, menos escoamento e águas residuais vão para o mar. Um duche diário de 5 minutos é suficiente para uma boa higiene.
  5. Escolha sustentável. Aprenda como fazer escolhas inteligentes de frutos do mar em www.fishwatch.gov.
  6. Compre com sabedoria. Compre menos plástico e leve um saco de compras reutilizável.
  7. Use lâmpadas de longa duração. Lâmpadas com baixo consumo de energia reduzem as emissões de gases de efeito estufa. Desligue também o interruptor de luz ao sair de cada compartimento! Assim como equipamentos em stand by.
  8. Plante uma árvore. As árvores fornecem alimento e oxigênio. Ajudam a economizar energia, limpar o ar e a combater as mudanças climáticas.
  9. Não envie produtos químicos para os cursos de água. Escolha produtos químicos não tóxicos em casa e no escritório.
  10. Pedale mais. Conduza menos. Ou utilize transportes públicos.


quarta-feira, junho 16, 2021

É URGENTE SALVAR A PAISAGEM

Transcrevo por aqui a carta aberta do FAPAS com um apelo à sensibilização e moderação na construção de novos passadiço, baloiços e teleféricos que virou uma moda no municípios portugueses, a ecoparolice. Depois das feiras do fumeiro, das concentrações motard, todas as câmaras municipais lutam insipidamente para terem uns km de passadiços ou um miradouro enfeitado por arquitecto de renome. Aparentemente o povo parece gostar mas a biodiversidade não fica a ganhar com estas obras. Partilhai edificações alucinantes como a da foto em baixo:



É urgente disciplinar a proliferação pelo território nacional do crescente número de observatórios, passadiços, baloiços, pontes, teleféricos e outras formas de alteração da paisagem.

Normalmente localizados em sítios de grande qualidade cénica, estes equipamentos em nada os valorizam e apenas são motivo de degradação, quer por provocarem a concentração de pessoas e viaturas, quer por serem, na maioria dos casos, de implantação e gosto muito duvidosos.

O impacto ambiental destes equipamentos alastra por quilómetros, quer pela alteração da percepção cénica do território, quer pelo ruído, quer pela poluição (lixo), quer pelo aumento de trânsito.

Num país onde o turismo é um dos principais ativos, destruir paisagens é o contrário do que se deseja; não se contempla (nem se fotografa) melhor uma paisagem por se construir um miradouro de ferro, cimento ou madeira, ou se colocar um baloiço.

Valoriza-se uma paisagem com informação, “leitores de paisagem”, centros interpretativos, sinalização de acesso, um ou outro troço de passadiço quando é necessário vencer uma linha de água ou uma depressão do terreno, e outros elementos informativos que ajudem a ver o que, por vezes, escapa ao visitante comum e, pedagogicamente, ajudem a interpretar o território, que é a melhor forma de o valorizar.

A FAPAS – Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade recebe, diariamente, queixas provenientes de todo o país por causa de equipamentos deste tipo e fica sem saber o que fazer, para além de chorosos comunicados.

Usamos, acima, como exemplo o miradouro posto a concurso pela Câmara Municipal de Cinfães, mas nada temos de especial contra esta iniciativa, igual a tantas outras, que podem ser apreciadas em:
https://www.facebook.com/groups/479258649946701

Defendemos a valorização e usufruto turístico de território como forma de desenvolvimento económico das regiões, mas não queremos que o péssimo exemplo do turismo no Algarve alastre a todo o Portugal.

Importa, com a máxima urgência, sujeitar este tipo de intervenções a um quadro regulamentar adequado e, para isso, contamos com as entidades competentes do Governo e da Administração.
 
É MESMO URGENTE!

Quinta de Chão de Carvalhos, 15/06/2021

Direção
FAPAS - Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade
fapas@fapas.pt

terça-feira, março 31, 2020

Faguo

Faguo, a marca francesa de sapatilhas, roupa e acessórios tem uma missão ecológica e luta por um modo de comércio bastante sustentável. Além disso não descura o design, a qualidade e a estética dos seus produtos.

Consciente da emergência climática e pioneira no design de um guarda-roupa carbono-positivo - que captura mais CO2 do que emite. Aposta numa geração contra as mudanças climáticas, bem como os compromissos para chegar lá.

Ao mesmo tempo que, sempre que vende um produto, responsabiliza-se por plantar uma árvore em França. neste momento conseguiu plantar 271 florestas.


apresenta os seus 5 compromissos legais:


#MEDIR AS NOSSAS EMISSÕES DE CO2
# REDUZIR AS NOSSAS EMISSÕES DE CO2
#COMPENSAR AS EMISSÕES DE CO2
# SER TRANSPARENTE QUANTO À VIDA DOS PRODUTOS
#RECOMENDAR AOS CLIENTES HÁBITOS E MODOS SAUDÁVEIS PARA A ROUPA

Recentemente publicou uma Newsletter sobre a pegada ecológica dos emails. Ou seja, sempre que recebemos ou enviamos um email, ele vai vai armazenado num ou mais servidores. Estes servidores são máquinas altamente potentes que têm um consumo energético muito elevado. consequentemente isto significa que algures estará a ser produzida, provavelmente de fontes não renováveis o que acarreta mais emissões de Co2.

Uma marca a seguir.