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terça-feira, dezembro 10, 2024

Iniciativa Hora do Código

 


ANPRI, enquanto parceiro oficial, junta-se, mais uma vez, à celebração da HORA DO CÓDIGO. 

A iniciativa Hora do Código pretende que, em todo o mundo, numa qualquer hora, os professores possam organizar atividades, para que, o máximo de alunos tomem contacto com os princípios da programação, usando os tutoriais disponíveis ou através de soluções próprias. 

Em Portugal vamos celebrar a Hora do Código de 9 a 17 de dezembro de 2024

Junte-se à iniciativa!

Para se juntar à iniciativa proceda da seguinte forma:

  • Realize atividades de pensamento computacional e programação entre 9 a 17 de dezembro de 2024.
  • Pode registar o seu evento, inscrevendo a sua escola, criar turmas e realizar atividades na plataforma  Hour of Code.
  • ANPRI também disponibiliza alguns desafios para os alunos do Ensino Básico e Secundário.

Utilizar a Plataforma Hour Of Code

Link da Plataforma Hour Of Code: 
https://hourofcode.com/pt/po/events

Sem registo também consegues realizar as atividades. 


quinta-feira, junho 27, 2024

PAPTICe - Concurso de PAPs & Formação

 

Informamos que já estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional PAPTICe (Provas de Aptidão Profissional na Área das TICe). Uma iniciativa promovida pela Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI), este ano letivo em parceria com a Escola Secundária de Adolfo Portela, em Águeda, que decorre dia 16 de julho de 2024.

Este concurso tem por objetivo reconhecer o trabalho desenvolvido no ensino profissional, valorizando a excelência, inovação, criatividade e empreendedorismo, evidenciados pelos/as alunos/as, nos seus projetos de Prova de Aptidão Profissional, desenvolvidas no último ano do curso, nas áreas de Informática, Multimédia, Eletrónica e Automação.

A Prova de Aptidão Profissional (PAP) é o ponto culminante do processo formativo do/a aluno/a que frequente um Curso Profissional, nível 4. É o momento fulcral, no qual, estes apresentam os resultados do seu projeto de PAP, demonstrando o conhecimento, atitudes e capacidades dos quais se apropriaram no decorrer dos três anos de formação.

Desafie os seus alunos a participar! 

Mais informação [aqui]


terça-feira, outubro 03, 2023



Num artigo publicado no Media & Learning sobre a inteligência artificial (IA) nas escolas, o autor, Mutlu Cukurova, professor do Learning and Artificial Intelligence, University College London, Reino Unido, apesar do estudo se cingir a escolas dos EAU, tem reflexões que poderão, certamente, abranger todas e quaisquer escolas no mundo que passem a incluir sistemas de IA nos seus programas e metodologias de ensino. Estas conclusões parecem tão reais em Portugal. Ora vejamos:


  1. Gestão da carga de trabalho: Os professores já estão sobrelotados com tarefas. Portanto, é essencial que essas plataformas de IA não acumulem mais trabalho. Não deveria ser necessário fazer malabarismos entre múltiplas ferramentas ou redefinir as práticas pedagógicas apenas para integrar a IA.
  2. Confiança e Propriedade: A confiança deve percorrer um longo caminho. É mais provável que os professores utilizem uma ferramenta se acreditarem no seu potencial. Ao envolver os professores no processo de concepção da plataforma e garantir que esta satisfaz as suas necessidades, podemos fomentar a confiança.
  3. Orientação Profissional: Como acontece com qualquer ferramenta, dominar as plataformas de IA requer alguma orientação. Os professores valorizam o apoio e as oportunidades de desenvolvimento profissional associados a estas ferramentas.
  4. Facilidade de uso: Ninguém quer lutar com software complicado, inclusive os professores. Quanto mais fáceis forem de usar e integrar essas plataformas na sala de aula, maior será a probabilidade de serem adotadas.
  5. Percepção de Qualidade: A qualidade percebida da plataforma de IA impacta significativamente sua aceitação. Não se trata apenas de quão sofisticada é a ferramenta, mas de quão eficaz ela é no auxílio ao ensino e à aprendizagem.
  6. Orquestração da sala de aula: A capacidade de transição fluida entre plataformas de IA e outras atividades pedagógicas é crucial. Os planos de aula que apoiam esta integração podem fazer uma grande diferença.
  7. Preocupações éticas e de privacidade: Não é surpresa que os professores sejam cautelosos quanto à privacidade de dados. Afinal lidam com crianças e jovens, um grupo etário muito sensível e susceptível de terem os seus dados publicados na Internet, quer ignorância (e inocência), quer por por atrevimento e apelo do risco. Garantir que as plataformas de IA respeitem a privacidade e os padrões éticos não é negociável.